Depois de quase quatro semanas, ponto de coleta de doações nos pavilhões é desativado

Segundo levantamento divulgado pela prefeitura, no local que foi cedido pela comunidade católica, passaram mais de 130 toneladas de donativos, entre alimentos, roupas, materiais de limpeza e higiene, colchões, água potável entre outros itens que atenderam pelo menos 20 mil pessoas

Depois de quase quatro semanas de atividades, está sendo desativado nesta terça-feira, 28, o ponto de arrecadação de doações às vítimas das enchentes junto ao pavilhão de eventos São Sebastião Mártir. No local, passaram mais de 130 toneladas de donativos, entre alimentos, roupas, materiais de limpeza e higiene, colchões, água potável entre outros itens que atenderam pelo menos 20 mil pessoas.

“A cedência do espaço, por parte da paróquia São Sebastião Mártir, foi muito importante, porque além de estarmos com o Parque do Chimarrão completamente ocupado já que nos preparávamos para a Fenachim, antes dessa calamidade toda, o pavilhão também é central e amplo o que favoreceu as ações, tanto de quem trazia doações, quem vinha buscar, quanto dos nossos incansáveis voluntários”, destaca a vice-prefeita Izaura Landim, que esteve à frente dos trabalhos no local.

As pessoas que quiserem fazer doações de alimentos ou materiais de limpeza e higiene, podem fazer direto aos abrigos em atividades, que ficam em Vila Estância Nova e Linha Mangueirão. O Parque do Chimarrão continua sendo a referência para doações de móveis e eletrodomésticos em condições de uso, e eventuais doações em maiores quantidades de alimentos ou materiais de limpeza. “Continuamos orientando também para quem conheça vítimas que façam a doação diretas a elas, agora que muitas já conseguem voltar as suas casas”, destaca Izaura. O atendimento também segue sendo realizado nos Centro de Referência em Assistência Social (Cras), unidade do bairro Batisti (rua Alba Koslowski, 3.500) e Centro (Avenida Ruperti Filho, 789).

“Cabe deixar nosso reconhecimento ao essencial trabalho de voluntários e de servidores municipais que nos permitiram fazer a organização do material e a distribuição da melhor forma possível a quem necessitava, à comunidade católica que cedeu o espaço. Nosso carinho a todos que nos enviaram doações. Foram dias muito difíceis, mas também de histórias emocionantes que passara pelos pavilhões”, finaliza a vice-prefeita.

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