Implantação de novos serviços e utilização de terreno desocupado são soluções estudadas para redução do déficit mensal do HSSM

O crescimento no valor de equipamentos e insumos elevou a pressão nas contas do Hospital São Sebastião Mártir. Com déficit mensal de R$ 600 mil a R$ 700 mil, os gestores buscam alternativas em reuniões da direção e com lideranças políticas da região. A implementação de novos setores e viagens até Brasília em busca de emendas parlamentares estão em pauta.

O preço dos itens disparou com a pandemia e, mesmo com a redução nos indicadores, permanece em alta. O litro de soro, antes encontrado nos fornecedores, em média, por R$ 4, custa hoje cerca de R$ 20. Para o administrador Luís Fernando da Rocha Siqueira, o problema é que as despesas aumentaram em índices maiores do que as receitas.

A solução, segundo a direção, passa por um conjunto de ações. Existem tratativas para instalação de empresas no terreno que existe nos fundos da casa de saúde. Entre as possibilidades citadas, estão parcerias com Univates para a disponibilização de serviços e com a Unimed. “Estamos conversando com empresas que teriam poder de investimento. Nós estamos abertos”, falou.

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