ÁUDIO: Entenda o funcionamento do novo sistema de recolhimento de resíduos de Venâncio Aires

O número de ligações para a Secretaria do Meio Ambiente cresceu de maneira considerável nos últimos dias. Parte dos moradores do município conta com dúvidas sobre o funcionamento do novo sistema para o recolhimento dos resíduos que teve início na segunda-feira, 25, em Venâncio Aires. O secretário Nilson Lehmen afirmou que a equipe está disponível para responder as perguntas.

A instalação de 834 estruturas para destinação das sobras de alimentos e de materiais recicláveis possibilitou a ampliação da área de coleta conteinerizada para outros bairros. Para Nilson Lehmen, após a adaptação, o contêiner leva mais limpeza para as áreas atendidas já que o acesso de animais a restos de comida, por exemplo, fica dificultado.

Depois que estudo demonstrou que o fluxo de veículos está concentrado no sentido Norte-Sul, os técnicos optaram por deixar as vias de maior movimentação, como Avenida Ruperti Filho, Osvaldo Aranha, Tiradentes e Júlio de Castilhos, com mais vagas de estacionamento. Os equipamentos foram colocados nas ruas paralelas.

As equipes têm percebido que alguns moradores que contavam com um contêiner na frente da casa e foram impactos estão colocando as sacolas na rua. O secretário alerta que todo quarteirão conta com, pelo menos, dois pontos de recolhimento. Pelo modelo proposto, o máximo que o cidadão deve caminhar para dispensar as sacolas é 100 metros. Caso a distância seja maior, a reclamação pode ser encaminhada para a Secretaria de Meio Ambiente, que se responsabiliza pela mudança.

Os bairros que receberam apenas um contêiner, como União, São Franscio Xavier, Morsch, Santa Tecla, Aviação e Cidade Alta, terão coleta conteinerizada para rejeitos e convencional para recicláveis. “A pessoa, se tem uma cesta de lixo na frente de casa, pode continuar colocando somente o lixo seco reciclável. O rejeito pode colocar no contêiner. Onde tem a coleta conteinerizada não adianta o pessoal botar o lixo fora que o caminhão não vai pegar”, disse.

Ouça a matéria produzida pelo repórter Eduardo Wachholtz:

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